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Maia, Porto, Portugal
Empresa Prestadora de Serviços de HST (Autorização nº8500910111 emitida pelo ACT), Ambiente e Higiene Alimentar

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

CONTROLO DE PRAGAS - O QUE FAZER?

O Codex Alimentarius declara que deve existir um controlo de pragas, a fim de detetar e eliminar a sua existência nos estabelecimentos do setor alimentar.


Mas afinal de contas o que são pragas?
As pragas são surtos de animais que podem contaminar os alimentos e colocar em risco a saúde pública. Podem ser roedores (ratos, ratazanas), rastejantes (baratas, formigas), insetos (moscas, mosquitos), pássaros (pombos, pardais), entre outros.

Porquê controlar as pragas?
O Regulamento (CE) nº 852/2004 de 29 de abril (e suas alterações) obriga à existência de procedimentos para controlar estes surtos. Porém não é só por ser um pré-requisito do Sistema HACCP que deve existir um plano de controlo de pragas. Os principais motivos prendem-se com a prevenção de doenças, de acidentes (como fogos e inundações causadas por mordidas de roedores), de contaminação de alimentos (larvas ou excrementos de insetos, por exemplo), servindo também para evitar a perda de clientes (devido à venda de alimentos contaminados por pragas ou às más condições de higiene do estabelecimento).
Note-se que o simples facto de um estabelecimento não ter pragas numa determinada altura, não elimina a necessidade de ter um plano de controlo de pragas, para que se consigam evitar futuras ocorrências, antes mesmo de o problema estar instalado.


Como efetuar este controlo?
Para estabelecer um programa de controlo de pragas deve ser elaborado um mapa com a localização dos iscos e/ou electrocutores / electrocaçadores / electrocoladores de insetos, bem como um programa de manutenção. Os relatórios emitidos devem ser arquivados e devem mencionar todas as pragas encontradas e onde foram detetadas, a eventual aplicação de produtos químicos e a descrição das respetivas ações preventivas e corretivas.
Este controlo deve ser efetuado por empresas especializadas, para que os produtos e métodos utilizados não prejudiquem as condições de segurança dos produtos alimentares. É ainda importante arquivar as fichas técnicas e das fichas de segurança dos produtos utilizados e conhecer a forma de atuação em caso de intoxicação provocada pelos mesmos.

O que fazer no dia-a-dia para evitar pragas?
Para além de efetuar desinfestações, devem ser sempre empregues as boas práticas de higiene, de modo a evitar a criação de um ambiente favorável ao desenvolvimento das pragas. Uma boa higienização das instalações e a inspeção das matérias-primas na sua receção pode minimizar a probabilidade de ocorrência de uma infestação.
Assim, existe um conjunto de regras básicas que devem ser cumpridas:

·      As instalações devem ser mantidas em bom estado de conservação;
·      Os orifícios, drenos, ralos e outra
s possíveis entradas de pragas devem ser mantidos fechados, assim como as portas e janelas;
·      Manter os produtos alimentares protegidos e tapados;
·      Limpar os restos de alimentos e desperdícios, não permitindo que se acumulem;
·      Acondicionar sempre os alimentos sobre prateleiras ou estrados e não encostadas à parede;
·      Aplicar nas janelas e outras aberturas de ligação ao exterior, redes de proteção contra insetos, facilmente removíveis para limpeza;
·      Assegurar que as zonas de receção e armazenamento de matérias-primas se encontram livres de pragas;
·      Manter os resíduos em contentores fechados;
·      Excluir os animais da área circundante;
·      Manter um eficaz Plano de Higienização das instalações.


Como deve começar? É fácil!

Para cumprir com as suas obrigações em matéria de controlo de pragas, é importante ter um plano de higienização bem estruturado e adequado ao seu estabelecimento, bem como um sólido programa de controlo de pragas. Para tal, e para contar com um bom aconselhamento, contacte-nos. Estamos sempre à disposição para ajudá-lo e esclarecer eventuais dúvidas. 

CICLO DE FORMAÇÕES SEA 2014


EQUIPA DE FORMADORES


Dra. Fernanda Machado
Licenciada em Gestão de Recursos Humanos e Psicologia no Trabalho, pelo Instituto Superior em Línguas e Administração. Técnica superior de Higiene e Segurança no Trabalho e formadora certificada pelo IEFP.
Vasta experiência no âmbito da formação e consultadoria técnica de Higiene e segurança no trabalho e alimentar e gestão de recursos humanos.
Atualmente exerce a atividade de Diretora Técnica de Higiene e Segurança no Trabalho, aliando a atividade de Gestão de Recursos Humanos na empresa S.E.A, Business Solutions, Lda.

"Paixão pela arte de comunicar e partilhar com os outros toda a minha sabedoria."


Dra. Marlene Vales
Mestre em Ciências e Tecnologia do Ambiente – Ramo Tecnologias de Remediação Ambiental pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto. Possui CAP de Técnico Superior de Higiene e Segurança no Trabalho. Formadora certificada pelo IEFP. Experiência em Indústrias do sector Alimentar na implementação de sistemas de HACCP. Desenvolveu a sua atividade profissional como consultora na área de Ambiente e Licenciamentos. Atualmente desenvolve a sua atividade profissional na empresa SEA Business Solutions, Lda. como Diretora Técnica Responsável pelo Departamento de Ambiente.

"Se me ouvir não se vai arrepender."


Engª Marta Sousa
Mestre em Engenharia do Ambiente pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto e Técnica Superior de Higiene e Segurança no Trabalho. Formadora certificada pelo IEFP.
Desenvolveu a sua atividade profissional nas áreas do Ambiente e Segurança no Trabalho colaborando em empresas multinacionais do sector energético, automóvel e alimentar. Atualmente trabalha como consultora e auditora de Ambiente, Segurança e HACCP, aliando a esta atividade a realização de Planos de Segurança no âmbito do Regime Jurídico de Segurança Contra Incêndios.

"A minha expressividade e assertividade vão conquistá-lo. Venha ouvir-me."

segunda-feira, 7 de julho de 2014

PRINCIPAIS ERROS COMETIDOS NAS SUCATAS

A gestão adequada dos resíduos contribui para a preservação dos recursos naturais, quer ao nível da Prevenção, quer através da Reciclagem e Valorização, além de outros instrumentos jurídicos específicos, constituindo simultaneamente o reflexo da importância deste sector, encarado nas suas vertentes, ambiental e como sector de atividade económica.
A gestão de resíduos é o conjunto das atividades de carácter técnico, administrativo e financeiro necessárias à deposição, recolha, transporte, tratamento, valorização e eliminação dos resíduos, incluindo o planeamento e a fiscalização dessas operações, bem como a monitorização dos locais de destino final, depois de se proceder ao seu encerramento. É essencial que estas actividades se processem de forma ambientalmente correta e por agentes devidamente autorizados ou registados para o efeito estando proibidas a realização de operações de tratamento de resíduos não licenciadas, o abandono de resíduos, a incineração de resíduos no mar e a sua injecção no solo, a queima a céu aberto, bem como a descarga de resíduos em locais não licenciados para realização de tratamento dos mesmos.

Ao longo de vários anos de experiência, e após várias visitas a instalações de operadores de gestão de resíduos observamos pequenos erros cometidos que trazem grandes consequências, entre as quais, poluição do meio envolvente, coimas, etc...

Os principais erros cometidos são:

  • Códigos LER mal atribuídos 
  • Guias de Acompanhamento de Resíduos mal preenchidas
  • Não utilização de Guias de Resíduos de Construção e Demolição (RCD) para estes resíduos
  • Quantidades recebidas vs Quantidades que estão autorizados a receber
  • Falta de registo diário das entradas e saídas de resíduos
  • Transporte de Resíduos
  • Incorreto armazenamento de resíduos perigosos ( acumuladores de chumbo, REEE)
  • Incumprimento do prazo de 3 dias uteis para transformação do material
  • Responsabilidade Ambiental (Garantia Financeira)
  • Não cumprimento das condicionantes da licença




PRINCIPAIS CAUSAS DOS ACIDENTES DE TRABALHO

Os gestores precisam conhecer as causas mais comuns de acidentes de trabalho e serem capazes de identificar precocemente os fatores de risco para evitar acidentes, enquanto os funcionários precisam estar atentos e conscientes de todos os riscos que correm, assim como cumprir com todas as regras de segurança.

Os acidentes de trabalho acontecem por várias razões. Os resultados podem ser mínimos ou trágicos, causando ferimentos leves, danos aos equipamentos ou até mesmo, em alguns casos, ferimentos graves ou morte.

É considerado acidente de trabalho o acidente que se verifique no local e no tempo de trabalho e produza direta ou indiretamente lesão corporal, perturbação funcional ou doença que resulte a morte ou redução na capacidade de trabalho ou de ganho.


As principais causas dos acidentes de trabalho são:
  •  Negligencia;
  • Distrações e brincadeiras;
  • Excesso de confiança;
  • Uso de droga ou álcool;
  • Incumprimento das regras de segurança;
  • Falta de equipamentos de proteção individuais;
  • Más condições de trabalho, tais como desorganização no posto de trabalho, ruído etc…
  • Falta de formação;
  • Avaliações de riscos mal elaboradas etc…
  • Cansaço
  • Esforço excessivo


Os programas de segurança reduzem a possibilidade de acidentes de trabalho, pois os que os usam conseguem facilmente avaliar os riscos e implementar medidas tais como barreiras, procedimentos de segurança e vestuário/equipamentos de proteção.


As consequências de um acidente são imensas, tais como, custos, quer para o empregador como para o funcionário; baixa de produtividade; perdas humanas e deficiências físicas e psicólogas.


Os custos associados a um acidente ou baixa médica são de tal forma altos que deixa-nos a pensar que o melhor será reunir todos os meios necessários para que os acidentes não aconteçam e os funcionários trabalhem de forma segura, pois a segurança deles é a segurança do empregador, uma vez que o funcionário trabalha com mais prazer e consequentemente produz mais, o que faz aumentar os lucros numa empresa e passar a imagem de uma empresa credível.

PORQUÊ CONTROLAR OS ÓLEOS E GORDURAS DE FRITURAS?

Nas indústrias e serviços ligados à área alimentar devem ser sempre utilizados óleos de boa qualidade. Deve ser tido em conta que os óleos de fritura acabam por se degradar por ação do calor e tempo, perdendo qualidade rapidamente.
Saber que a temperatura do óleo não deve ultrapassar os 180ºC não é suficiente para garantir a sua boa qualidade. Para tal, é necessário avaliar o seu estado, tendo em consideração o seu odor, a cor, a formação intensa de fumos e/ou espumas e a sua composição. Esta última deve ser controlada através da realização de testes de qualidade dos óleos alimentares.
Exemplo de teste de óleos alimentares
A importância de controlar a composição dos óleos e gorduras de fritura reside na presença de compostos polares (como os ácidos gordos), que se formam durante o aquecimento do óleo. Poderá fazê-lo através de testes colorimétricos, que são uma solução rápida, eficaz e económica.
Este controlo é um dos requisitos do sistema HACCP, devendo ser sempre registado, além de ser legalmente obrigatório pela Portaria 1135/95, de 15 de Setembro, que proíbe a comercialização de alimentos que tenham sido preparados ou entrado em contacto com óleos que possuam mais de 25% de compostos polares. Caso este percentagem seja superior, considera-se que estamos perante um crime de saúde pública.
Assim, recomenda-se a renovação regular dos óleos e a sua filtração diária, para remover as partículas sólidas flutuantes. Nunca se esqueça de deixar arrefecer o óleo antes de o filtrar, por razões de segurança e de o encaminhar para um destino adequado, sem nunca o verter para a rede de saneamento.

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Ciclo de Formações GRATUITAS - SEA 2014 (Continuação)

É Operador de Gestão de Resíduos?

Sabe quais os principais riscos de corre?

Esta formação é para si. Inscreva-se!É gratuita.

Ciclo de Formações GRATUITAS - SEA 2014

Sabe os riscos ambientais que corre na sua oficina?
Sabe quais os benefícios que pode ter se cumprir com a legislação?
E se soubesse o que pode ganhar com tudo isto?
Na SEA Soluções acreditamos que Trabalho de Equipa e Serviço Personalizado são a conjugação perfeita para crescermos juntos.
A SEA está a promover um ciclo de Formações GRATUITAS para vários ramos de atividade e esta é a sua oportunidade.

4 razões para assistir à nossa formação:
1-      Vai aprender boas práticas ambientais para implementar na sua oficina
2-      Vai descobrir os benefícios que poderá ter
3-      Vai saber como agir em caso de acidente
4-      Vai ter a oportunidade de tirar todas as suas dúvidas


Se tem uma oficina de automóveis, esta formação é para si.